PHYGITALL no Rio Innovation Week 2026: como a IA pode impactar o PIB da indústria
A PHYGITALL levou ao Pier Mauá, na 6ª edição do Rio Innovation Week, a discussão sobre o que a inteligência artificial aplicada ao chão de fábrica pode fazer pelo PIB da indústria brasileira. Veja o vídeo e o que ficou da conversa.
Time PHYGITALL · Engenharia e produto
02 de setembro de 2026 · 3 min de leitura
Em agosto de 2026, o Pier Mauá recebeu a 6ª edição do Rio Innovation Week, o maior evento de tecnologia e inovação do país. A PHYGITALL esteve lá para falar de um assunto que costuma ficar na abstração das apresentações sobre inteligência artificial: o que ela faz, na prática, pelo PIB da indústria brasileira.
Por que falar de PIB, e não de tecnologia
A indústria responde por uma fatia relevante do PIB do Brasil e opera com margens que dependem de duas coisas que raramente aparecem juntas na mesma conversa: gente protegida em campo e linha rodando sem parada. Quando um acidente interrompe uma unidade, ao custo humano se soma o custo de produção. Quando uma linha desbalanceada perde tempo de ciclo, o custo não aparece no relatório de segurança, mas aparece no resultado.
A tese que a PHYGITALL levou ao palco: a inteligência artificial só impacta o PIB da indústria quando parte do dado certo, e no chão de fábrica esse dado nasce no trabalhador.
O dado nasce no peito de quem trabalha
É por isso que a empresa começou pelo EPI digital. O Smartbadge registra presença, localização e chamados de emergência, sem gravar áudio nem vídeo, e leva essa informação para a plataforma por uma rede própria de LoRaWAN que cobre a planta inteira, inclusive onde o celular não alcança.
Com esse dado de campo, a mesma plataforma serve a duas frentes. No Safeline, ele vira aviso de abandono de área, resposta imediata ao botão de emergência e evidência auditável para a gestão de risco. No Pulse, o mesmo dado vira tempo de ciclo, balanceamento de linha e apoio à programação de produção.
A inteligência artificial entra nesse ponto: transforma milhares de leituras por dia em decisão sobre onde a linha perde tempo, onde o risco se repete e onde a operação pode crescer sem comprometer quem está em campo.
O que a indústria brasileira tem a ganhar
Dez anos de operação em plantas como a Petrobras, em Itaboraí, com mais de 5.000 trabalhadores conectados, deram à PHYGITALL uma leitura própria sobre o que separa piloto de escala. Três pontos ficaram da conversa no Pier Mauá:
- Segurança e produtividade nascem do mesmo dado. A empresa que trata as duas como frentes separadas coleta o mesmo dado duas vezes ou não coleta nenhuma.
- Área classificada não pode ser ponto cego. A Certificação Ex do Smartbadge existe para que as zonas de maior risco da planta deixem de ser as zonas com menos informação.
- Hardware, software e rede desenvolvidos no Brasil, para a realidade das operações brasileiras, permitem ajustar a solução a cada planta em vez de exigir que a planta se adapte.
Assista à participação
O vídeo completo da participação da PHYGITALL no Rio Innovation Week 2026 está no canal da empresa no YouTube.
Se a sua operação tem uma frente onde a segurança e a produtividade ainda são tratadas em planilhas separadas, vale uma conversa.
Time PHYGITALL
Conteúdo produzido pelo time de engenharia e produto da PHYGITALL, empresa brasileira de IoT industrial e connected worker.
Perguntas frequentes
O que é o Rio Innovation Week?
É o maior evento de tecnologia e inovação do país, realizado no Pier Mauá, no Rio de Janeiro. A 6ª edição, em 2026, reuniu conferências, palcos simultâneos, startups e expositores de vários setores, com a inteligência artificial entre os eixos centrais.
Sobre o que a PHYGITALL falou no evento?
Sobre como a inteligência artificial pode impactar o PIB da indústria brasileira quando aplicada ao dado que nasce no chão de fábrica: segurança do trabalhador, tempo de ciclo, balanceamento de linha e continuidade operacional.
Onde assistir à participação da PHYGITALL?
O vídeo completo está publicado no canal da PHYGITALL no YouTube e incorporado neste artigo.